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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Sobre uma janela

2 juin

Sobre uma janela

Sobre uma janela observas a multidão
Avaliando as tuas decisões outrora tomadas dizes que não tens remorsos
No entanto choras as tuas pobres decisões
Com a melancolia ao coração eu pergunto-te PQ
Sem exitação tu respondes PQ SIm
Com lembransa em mente avanço na minha Selva com a esperança e medo, tento esquecer
A terra gira no sistema e eu envelheço dia a pos dia
Sem saber PQ eu sorrio ao amanhesser
E choro ao adormecer
Sinto a tua presença numa lembrança disfarçada
Mas a tua distancia assombra-me, tapando-me o Sol
O Sol ilumina o teu ser
Que me ilumina como uma estrela
indicando-me o caminho sem dar de conta do seu valor.
Especialmente dedicado a minha professora preferida Ana Baptista

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