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terça-feira, 12 de agosto de 2008

A minha maneira de ver

O mundo chora lágrimas de desespero, e o homem canta guerra nos quatro cantos da terra, sem piedade o destino desenhado pelo homem torna-se numa sina lamentavelmente predestinada, cada vez mais próxima e evidente.
Os valores perdidos ao longo de gerações dão lugar a um consumo, do querer ter mesmo sem poder, levando-nos todos hipnóticos ao longo de uma fila em direcção a um abismo do qual não medimos as consequências.
O homem anda louco, mais preocupado com o que veste do que com o que come, engrumando a podridão que o comercio lhes impinge através de um marketing narcisista, e todos engolem ao fim partindo com um sorriso nos lábios agradecidos embelezados pela mentira que a vida é bela.
A ideia de civilização não é preferir esquecer o que devia de ser verdadeiramente, mas sim acordar para os vossos verdadeiros princípios que devem de ser em conjunto um ideal comum para todos, sem levar ao ponto comunista, mas sim pormo-nos em comunhão com a natureza e não por a natureza em comunhão com as nossas evolução industrial explosiva e ruidosa.
Lamentavelmente o homem sofre de um grande problema de não saber der social uns com os outros, invejando sempre o que uma civilização poderá ter mais que a outra, levando os interesses em avante, não olhando as consequências de sangue derramado entre inocentes que não sabem o porquê das suas existências, causadas por um orgasmo em busca de um bem-estar alienado da realidade de dois seres.
O mundo é governado por uma mão cheia de homens que nos são desconhecidos, onde a moeda de comercio se trata do ouro negro. Será que a ideologia de George Orwell fez no livro 1984 não se está a suceder neste momento, será o que está correcto está verdadeiramente correcto, ou nos achamos correcto porque nos impingiram que assim é que é o correcto.
O império Americano cai, apesar da poderosa máquina de guerra que eles possuem, tendo como melhor arma uma publicidade indutiva, ele cai, anteriormente a queda dos dois pilares económicos do 11 de Setembro, então para se susterem economicamente roubam o ouro a antigos hipócritas raciais que sonhavam com mini império petrolífero.
Ao longo da existência humana o homem derramou sangue, o selvagem da nossa natureza impede-nos de ter uma evolução equilibrada, algo tem de acontecer para que o homem abra os olhos e dê mais importância à ciência do que propriamente ao telemóvel que portas. Já existiu um sonho de explorar o além, as estrelas, mas hoje em dia as crianças não exploram o quintal, a este ritmo o homem não evolui, estagnou numa maneira de viver comodista, e pare-se não querer sair desta situação tão cedo preferindo sujeitar-se as consequências a que estas atitudes nos estão a levar.

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