3 juillet
Ao BUDA
Na imencidão de toda esistencia, do que é do que nada era
Neste espaço de existencia de dor e de amor
Vivemso passa a passo, num presente que era no futuro que é e num passado que ja foi
E que tudo o que existe não sera mais
Não transmitimos o que ja sabemos mas aprendemos o que nunca nos foi ensinado
A liberdade so a sentimos quando abrimos os olhos à verdadeira realidade
A pirincipal existencia do ultimo ser o niravna depois de toda a dor exestencial
Libertem o tibete
Respeitem o Buda
Pois ele respeita todo o ser
De toda a forma que ele possa aparecer
Que a paz esteja com todos

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