
A luz já foge dos meus olhos
E o frio já gela as minhas mãos
Choram pedras a meus pés,
Em lágrimas de orvalho
Entre as árvores e os muros
Sinto sombras de desaparecidos, a saltar
E a espiar os meus passos
Como se investigassem, ciumentamente os meus paços.
Mas navego nos meus sonhos.
Ultrapassando postes de luz
Que outrora iluminaram o meu caminho
E quando eu interrogo Deus
O criador responde-me
Das maneiras mais inóspitas
Mas eu aqueço-me na esperança
De um dia ter te a meus braços
E sentir o perfume do teu cabelo
Que balança à musica deste vento
E o frio já gela as minhas mãos
Choram pedras a meus pés,
Em lágrimas de orvalho
Entre as árvores e os muros
Sinto sombras de desaparecidos, a saltar
E a espiar os meus passos
Como se investigassem, ciumentamente os meus paços.
Mas navego nos meus sonhos.
Ultrapassando postes de luz
Que outrora iluminaram o meu caminho
E quando eu interrogo Deus
O criador responde-me
Das maneiras mais inóspitas
Mas eu aqueço-me na esperança
De um dia ter te a meus braços
E sentir o perfume do teu cabelo
Que balança à musica deste vento

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