O barco que foge as marés
Uma criança põe um barquinho ao mar
Para sonhar e esperar que ele chegue a terra encantada
Encolhendo-se com medo ele respeita o Mar
A quem lhe aconselharão de não falar
A criança ouviu uma voz femininamente sábia
Defendendo-se com as suas palavras o criança insinuou
E com um respeito inesperado as nuvens encorajarão a criança a lançar o barquinho
Um barquinho de papel que luta para não ser devorado pelas correntes
Ele navega e navega ao som do vento empurrado pelas ondas do Mar
Mais tarde e criança já homem pensa em se lançar ao Mar
E Nadar Nadar
Para o Horizonte alcançar
Enquanto nadava as interrogações chegavam
E os seus braços já não alcançavam
Um rosto que ele olhava nas estrelas
A corrente levava levava
Ao som das ondas mas o vento já não me alcançava
Gritar…. Para que… Ninguém ouve.
Lutar para quem, ninguém sente
Então a voz chegou e perguntou-lhe porque
Sem resposta o Homem ficou-o ali inerte
Sem respostas as questões
Vendo então uma mão um anjo puxando-o
Dando-lhe um sentido para lutar
Um sonho para sonhar
Uma chance na vida para viver
No fim tirando o barquinho de uma bola de luz
O anjo do qual eu não conseguia ver o rosto
Disse-me para nunca deixar de lutar pois o barquinho lutou
Lutou ate chegar a seu destino
E a mensagem que ele tinha escrito numa só linha foi bem lida na terra do alem
A mensagem de a única coisas que a criança cria era de ser feliz
Ouve ouve e sente
by Hugo Graça

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